Little Things isn't about anyone in particular, it’s about all girls. You’re all beautiful and you need to hear it more often - Zayn Malik
Stand Up
sábado, 6 de julho de 2013
Bom fim-de-semana!!
Eu tentei acabar o 3ºCapítulo antes de me ir embora, mas não consegui, vou agr para casa do meu pai, por isso não conseguirei publicar nada. Mas vou tentar escrever no telemóvel e vou tentar escrever muito e se conseguir, Segunda publico o 3º e o 4º Capítulo! Até segunda!
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Blind Love-2ºCapítulo
[Bem, ninguém disse nada contra
o 1ºcapítulo, por isso continuei a escrever! Enjoy]
-Vai ficar tudo bem. Não fiques
assim. – Ele acariciou as minhas costas. – Vamos sair daqui, okay?
Eu acenei que sim com a cabeça,
limpei as lágrimas e entramos no carro dele.
Ele levou-nos a minha casa. A
Annie estava na Universidade, por isso ainda não podia falar com ela. Por azar
meu, um dos meus professores andava a faltar por isso avisaram com antecedência
que não haveria aulas naquele dia. Acho que teria sido mais divertido se
tivesse havido aula...
Eu abri a porta e assim que
entrei sentei-me no sofá. Estava praticamente morta. O meu corpo não se queria
mexer, não queria respirar, não queria falar, não queria comer... Só queria
ficar ali no cantinho sentado a chorar, à espera de salvamento do príncipe de
cabelos loiros.
-Queres alguma coisa? –
Perguntou o Harry da cozinha. – Água, bolachas, alguma coisa?
-Quero uma cerveja. Ou vinho.
-Querias! Não te vou deixar
afogar as mágoas em bebida!
-Porque não?
-Porque eu assim o disse. Não
vais e acabou-se.
-Mas eu preciso!
-Tu precisas é de – Começou ele
enquanto entrava na sala com um copo na mão – uma água fresquinha com açúcar.
-Está bem... – Estiquei o braço
para agarrar no copo. Bebi um bocado e fiquei a pensar.
O Harry sentou-se no outro sofá,
e ficou a olhar.
-Porque é que isto aconteceu? – Interroguei
eu.
-Não sei. Mas tudo acontece por
uma razão. Talvez ele não fosse o tal.
-Ainda sinto que ele é o único.
-Porquê? – Perguntou ele
intrigado.
-Não sei. Eu lutei tanto por
ele... Sempre que estávamos juntos era como...como se estivéssemos no Paraíso!
E cada beijo era melhor que respirar! Desde o momento que ele se declarou, eu
achei que seria para sempre... – As lágrimas voltaram outra vez. – Achei que
isto teria um final...diferente.
-Não podes pensar assim, Jenni. –
Ele levantou-se e sentou-se a meu lado – Eu sei que há por ai um rapaz que
nunca te irá fazer passar por isto e irá amar tudo o que tens para oferecer!
-Eu tenho algo para oferecer?
-Não sejas parva! É claro que
sim!
-Não sei... Só acho que se isso
fosse verdade o Niall não me teria trocado pela outra.
-‘Better Than Revenge’, não é?
-Sim, essa canção adequa-se á
situação.
-Mas não tens que te preocupar
com esse idiota, ele é que perdeu uma grande obra de arte!
-És um querido Harry! Mas,
sinceramente não o culpo a ele, ou a mim...só...
-...a ela. – Completou ele.
-Sim.
Pareceu-me que ele já não sabia
o que dizer, e a mim já me doía a cara toda de tanto chorar. Ele reparou nisso,
levantou-se, pegou no meu telemóvel e pôs a ‘Better Than Revenge’ a tocar aos
altos berros.
-Vamos lá miúda! Mostra-me o que
vales! – Gritou ele a puxar-me do sofá.
-Não, Harry... Não me apetece...
– Mas a meio do refrão eu já tinha “entrado na onda”. Dançava e saltava e
cantava!
-“She should keep in mind, she should in mind,
there is nothing I do better than revenge!” – Cantávamos os dois em cima
do sofá.
Ao início estava meio chateada,
mas no final da canção já sorria. Estava a ser divertido. O Harry foi muito
simpático e ele fez de tudo para me fazer parar de chorar e me fazer sorrir.
-Ei, já não via esse sorriso há
mais de uma hora!
-Só está aqui por tua culpa.
Obrigada Harry!
-De nada Jenni, sempre às ordens!
Para isso é que são os melhores amigos, não é?
-É sim. – Eu sorri e abracei-o.
Depois, simplesmente nos sentamos
outra vez no sofá, e o telemóvel do Harry começou a tocar.
-Sim? – Ele atendeu a chamada. –
Ah, pois era! ... Não sei, houve um pequeno problema. – Ele saiu da sala e foi
para um lugar mais afastado, obviamente para eu não ouvir. Pouco tempo depois
voltou. – Espera ai, já te volto a ligar.
-Quem era? – Perguntei.
-Era o Zayn. E contei-lhe o que
se passou, espero que não te importes.
-Não faz mal.
-E nós tínhamos combinado ir
almoçar fora com o Liam, hum, e eu não te quero deixar sozinha por isso, queres
vir?
-Não me apetece mexer! Eles
podem passar por cá e fazem o comer, tipo uma cena super gordurosa e trazem
bebidas alcoólicas, e podemo-nos tentar divertir aqui.
-Concordo com tudo menos com a
cena das “bebidas alcoólicas”. Bebemos suminho! – Ele ligou ao Zayn e
transmitiu-lhe o que eu tinha dito, depois de uns “Okay’s” e “ainda bem”, ele
desligou. – Sim, eles estão a vir.
-Fixe!
O Harry voltou a sentar-se ao
meu lado e eu encostei a minha cabeça ao ombro dele. Não sei porquê, mas uma
lágrima começou a escorrer-me pela face. Já não consegui pensar ou dizer sequer
a letra ‘N’ que me doía tudo.
-O que foi? – Interrogou ele
preocupado.
-Não sei... Estou...simplesmente
a pensar nele. Bem, outra vez...
-Gostava imenso de fazer alguma
coisa que te pudesse ajudar mas...não sei o quê.
-Harry, não te preocupes. O
facto de estares aqui e não com os rapazes a divertires-te significa imenso
para mim, e faz-me sentir melhor! Mas...nem sei como explicar o quanto me doí o
coração...
Ele olhou para mim, limpou-me as
lágrimas e beijou-me a testa.
-Não te preocupes. Vai ficar
tudo bem, isto vai passar como uma estação.
-Mas as estações voltam.
-Mas nem todas são iguais. As
folhas nunca são as mesmas, a erva também não, a neve e a chuva e as nuvens
também não. Pronto, é como uma tempestade. Vem, atormenta tudo durante um
bocado, pode deixar certas coisas partidas e estragadas, mas depois tudo se
resolve.
-Como se resolve isso?
Ele levantou-se, foi à cozinha e
à casa de banho, e voltou com um pano e uma caixa de primeiros socorros.
-Primeiro limpa-se a água da
tempestade dos sítios por onde esta entrou. – Ele pegou no pano e limpou-me a
cara delicadamente, tirando as lágrimas que secavam ali. – A seguir limpa-se as
feridas. – Tirou-me o penso da mão, e desinfetou-me a ferida que por acaso
estava um pouco feia. – Depois recompomos tudo: as árvores, as casas, as
estradas, as lojas, e etecetera... – Passou a mão pela minha testa e depois
pelo peito. – E por último, temos a certeza que isso tudo está no lugar e tem a
ajuda que precisa, se ajuda for necessária. – Agarrou a minha mão e apertou-a
com força. – E só com o tempo saberemos se outra tempestade não voltará e se
voltar, esperamos que fique tudo no sítio.
-E as marcas que a tempestade
deixar?
-Tapamo-las com coisas bonitas.
Ele olhou para mim e sorriu. Não
sei porquê mas o sorriso dele contagiou-me e sorri também.
-Foi... Foi incrivelmente bonito
o que disseste e fizeste. – Afirmei eu encostando a cabeça outra vez ao ombro
dele.
-Obrigado!
-Não, eu é que digo obrigada. E
um dos grandes, maior que a população da China.
-É mesmo grande!
-É.
Ele colocou um braço à volta dos
meus ombros e assim ficamos à espera que os rapazes chegassem. E uns momentos
depois a campainha tocou. Ele levantou-se para abrir a porta, eles saudaram-no
e entraram com uns sacos que colocaram na cozinha, e depois foram para a sala
ter comigo.
Um sentou-se à minha esquerda e
outro à minha direita, e ambos me beijaram na bochecha.
-Então, como estás? – Perguntou
o Zayn.
-Viva. – Repliquei.
-Oh linda, estás assim tão mal?
– Interrogou desta vez o Liam.
-Um bocado...
O Liam e o Zayn trocaram olhares
e tentaram dizer algo um ao outro sem produzir sons, coisa que eu não consegui
perceber o que eles disseram.
-Acho que era capaz de matar o
Niall neste momento... – Comentou o Zayn.
-Pois, eu também. – Concordou o
Harry que estava atrás de mim apoiado no sofá.
-Não! Ninguém vai ficar chateado
com o N... com ele, ou mata-lo! Primeiro, isto é entre mim e ele, e segundo, a
culpa não é dele, é da outra. Ele é que está cego...
-Não, espera, isto não é só
“entre mim e ele”! Tu és nossa amiga e fazes praticamente parte da família, por
isso também é connosco! – Verbalizou o Liam.
-Oh, és um querido! Vocês são
todos uns queridos! Mas a sério, não quero que fiquem chateados com ele por
causa disto. Vocês são uma banda, são família, não podem ficar chateados por
causa de um desgosto amoroso.
-Não é um desgosto qualquer! É o
de uma rapariga que não merece, que só merece o melhor, e que nunca fez nada
para estar neste estado. – Declarou o Zayn.
-Isto passa... Só preciso de o
esquecer... Ou tentar não pensar nele. O que neste momento é impossível porque
ele está constantemente a invadir os meus pensamentos.
-invasor! Hora de contra atacar!
– Exclamou o Liam.
Nós todos nos rimos, e depois
tivemos um pequeno abraço de grupo.
Tinha os meus rapazes do meu
lado prontos a proteger-me do que fosse, e isso era super reconfortante. Sentia
que não me precisava de preocupar com nada desde que eles estivessem aqui
comigo.
Os rapazes são uns fofos a
tentar ajuda-la, não são? Este não está tão emocionante como o último, mas nem
todos podem ser! Se poderem comentar o que estão a achar da Fic até agora
agradecia-vos imenso!
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Por favor amigas, respondam!
Então lindas? Preciso mesmo de saber o que acharam daquele capítulo! Preciso mesmo que comentem! É que se não gostaram, não vale a pena continuar a escrever, não é? Por favor, digam alguma coisa!
Blind Love - 1º Capítulo
-O que é que foi? – Ele
inocentemente me respondeu como se não me estivesse a fazer cocegas há 10
minutos.
Eu
fartei-me, empurrei-o para trás e ele caiu na cama, puxando-me com ele. Ficamos
assim, lado a lado. Eu virei a cara para ele, olhei-o nos olhos e... Wow...
Como é que é possível amar assim tanto alguém?
Passei
a mão pelo cabelo dele, (Amo aquele cabelo loiro e fofo dele.) e depois de
brincar um bocado ele agarrou-me e encostou-me a ele. Os nossos lábios ficaram
a milímetros de distância. A ansiedade de o querer beijar crescia. Perdi-me no
rosto dele. Aqueles olhos azuis... Aquelas bochechas adoráveis... Os lábios
irresistíveis... Ele acabou com aquela ansiedade e os nossos lábios finalmente
tocaram. A emoção crescia e a paixão era tanta que parecia que tínhamos íman, e
apenas funcionava em nós.
-Por mim
as coisas nunca mudariam. Podíamos ficar assim para sempre...
-Concordo...
Mas ambos sabemos que as coisas mudam.
-Niall!
Não sejas pessimista!
-Eu não quero ser. Mas é a
verdade. – Ele entristeceu um pouco, olhou para mim e agarrou na minha mão. Com
força, como se não a quisesse largar nunca mais.
-E se não pensasse-mos nisso
agora, e aproveitasse-mos o nosso tempo juntos? – Eu disse, sorrindo, enquanto
me punha em cima dele.
Entrelacei os dedos das nossas
mãos e beijei-o no nariz.
-E o que... – Ele ia para falar
mas a campainha da porta interrompeu-o.
-Eu vou lá. – Afirmei.
Levantei-me e dirigi-me à porta. A meio do caminho até lá, voltaram a tocar. De
prepósito, desacelerei o passo. Já tinha uma ideia de quem era. Abri e porta e
sim, acertei.
-Olá! Bom dia Jennifer!
-Bom dia Annie! Que te trás por
aqui tao cedo?
-O Harry também esta ali no
carro!
Olhei para dentro do vidro, la
estava ele no lugar do condutor.
-Ola Harreh. - Saudei-o a acenar.
-Ola Jenni. - Ele acenou de
volta.
Ele é praticamente o único que me
chama Jenni, e eu sou a única que lhe chama Harreh, no nosso "grupo".
-E nós, -ela continuou- queríamos
ir dar uma volta, por isso decidimos convidar o nosso casal preferido! E visto
que és a minha melhor amiga, e tu e o Harry também são melhores amigos, não nos
poderás dar um "Não".
-Está bem, está bem. Eu vou dizer
ao Niall. E vou-me vestir.
-Fixe! Não demorem.
Fechei a porta e voltei para dentro
de casa. Eu amava aquela casa. Gira, grande e acolhedora... Quem diria que um
homem conseguia deixar a casa assim tao arrumada?! Pois porque, a casa é do
Niall.
Entrei no quarto. Ele já tinha
adormecido outra vez. Ficava tao fofo assim tao calmo...! Pus-me ao lado dele,
e devagar beijei-lhe os lábios. Lentamente, ele abriu os olhos e sorriu.
-Que paisagem tão bonita! - Ele
comentou.
-Obrigada! - Eu sorri de volta.
Expliquei-lhe a conversa que tinha tido com Annie, e um pouco preguiçosamente,
ele lá concordou.
Rapidamente, vestimo-nos e fomos
ter com eles lá fora. Entramos no carro, saudamo-nos todos e lá fomos dar
"a volta" que eles queriam.
Passado um tempo a decidir o que
iriamos fazer, paramos numa pastelaria. Conversávamos todos, mas alguma coisa não
estava bem neles os dois.
-Devo perguntar o motivo de tanta
excitação e entusiasmo? - Perguntei curiosa.
-É que nós hoje... Fazemos 2
meses de namoro! - Respondeu-me o Harry.
-Ah, parabéns! - Disse o Niall. -
Mas porque decidiram estar connosco em vez de ficarem em casa os dois?
-Não sei. Estávamos demasiado
contentes para não contarmos nada a ninguém. - Comentou a Annie.
Nós ficamos bem com a resposta e
continuamos a conversa e a comer.
Foi uma manhã normal. Nada do outro mundo aconteceu. Assim como o almoço. Almoçamos todos juntos, as piadas normais, as gargalhadas do costume, um dia muito normal. Sem contar com o facto de eles estarem de folga e não num estúdio ou a prepararem-se para um concerto. Estava tudo igual desde à 3 meses, quando eu e o Niall começamos a namorar.
Foi uma manhã normal. Nada do outro mundo aconteceu. Assim como o almoço. Almoçamos todos juntos, as piadas normais, as gargalhadas do costume, um dia muito normal. Sem contar com o facto de eles estarem de folga e não num estúdio ou a prepararem-se para um concerto. Estava tudo igual desde à 3 meses, quando eu e o Niall começamos a namorar.
Não digo 2 meses, porque nós
sempre soubemos que a Annie e o Harry iriam namorar! Só foi difícil eles
aperceberem-se do que se passava ali.
Penso que eu e o Niall fomos mais
discretos no que conta ao que nós sentíamos um pelo outro. Quando ficávamos
sozinhos é que as coisas ficavam um pouco... Estranhas.
No dia seguinte, acordei ao lado
daquele Sol que me ilumina o dia. Sempre que eles estão de folga, eu
"mudo-me" para a casa dele. Tenho que aproveitar todos os minutos! Eu
queria saltar para cima dele mas era cedo...queria deixá-lo dormir mais um
pouco. Então levantei-me devagarinho, sai do quarto, fechei a porta atrás de
mim e fui fazer o pequeno-almoço, mas visto que ainda era cedo...fui ver
televisão.
Uma hora depois, já com o
pequeno-almoço feito, acordei o Niall.
-Uh, bom dia! - Festejou ele ao
ver o pequeno-almoço feito. - E é tão tarde porquê?
-Achei que querias dormir.
-Oh, que fofa!
Eu sorri, e deixei-o comer.
Fomos juntos para a cozinha arrumar aquilo. Íamos a meio das limpezas quando a
campainha tocou.
-Eu vou. – Disse ele.
*Niall mode on*
Saí da cozinha em direção à
porta. Olhei pelo buraco para ter a certeza que não era nenhum paparazzi ou fã
maluca, e não era. Abri a porta e...
-Niall! Estás aqui! – Ela
agarrou-me contra ela e beijou-me. Atrás de mim, consegui ouvir o som de uma
porcelana a cair no chão e a partir-se em mil pedacinhos.
-Pára! – Empurrei a rapariga para
trás com quanta força tinha. Ela conseguiu equilibrar-se. – O que fazes aqui? O
que pensas que estás a fazer?
-Pensei que me querias ver...
-Tu traíste-me, lembraste?
A minha ex-namorada... Apesar de
ela me ter magoado imenso, aquele beijo despertou tantos sentimentos em mim...
Mas só conseguia pensar em como estaria a Jennifer. Olhei para trás, e ela
fixava-nos aos dois. Corri para ela.
-Estás bem? – Perguntei
preocupadíssimo.
-O que... O que é que se passou?
-Oh desculpa, não sabia que a tua
namorada estava em casa. – Disse a rapariga ao pé da porta.
-Amor, eu vou falar com ela. Por
favor tem calma. – Afirmei eu a Jennifer, que parecia aterrorizada com o beijo.
Sem dizer mais nada, peguei na
rapariga, empurrei-a para fora de casa e fechei a porta.
*Normal mode on*
Eu não... Estava totalmente sem
palavras, só me ocorreu um pensamento “Ligar ao Harry”. Porquê ao Harry? Não
faço a mínima. Podia ter pensado na Annie ou no Zayn, mas o Harry foi a
primeira pessoa que me ocorreu.
Sentei-me no chão encostada á
parede, e apoiei-me num braço. Sem ver, coloquei a mão em cima de um pedaço de
vidro e cortei-me. Nem liguei muito, mas não saiu pouco sangue. Peguei no
telemóvel e marquei o número dele.
-“Jenni! Bom dia!”
-Harry, preciso que venhas a casa
do Niall urgentemente.
-“Porquê? O que é que se passou?”
-Depois explico-te. Preciso mesmo
de ti aqui.
-“Okay, okay. Estou a ir.”
Desliguei a chamada. Dez minutos
depois nem sinal da rapariga ou do Niall, mas o Harry apareceu.
A porta estava aberta por isso
ele simplesmente girou a maçaneta e entrou.
-O que se passou? Com quem está o
Niall aos bei... A falar lá fora? Porque está tudo partido?
Expliquei-lhe exatamente o que
tinha acabado de se passar, pois eu sabia quem era a rapariga. Era uma
ex-namorada do Niall, por quem ele outrora, tinha estado cegamente apaixonado.
Há sempre aquela pessoa por quem nos apaixonamos e por quem faríamos tudo, mas
essa pessoa só nos está a manipular. Eu tinha praticamente a certeza que o
Niall não lhe ia resistir, por isso, sentia-me terrível.
O Harry limpou os cacos do chão,
limpou-me a ferida e pôs-me um penso e sentou-se ao meu lado com a mão à volta
dos meus ombros. Encostei a cabeça ao peito dele e...chorei.
“E agora percebo porque foi ele a
quem liguei...” pensei eu.
-Doí-te a mão? – Perguntou.
-Neste momento não sinto nada.
-Jenni, tu não sabes o que vai
acontecer... Pode ser que ele finalmente abra os olhos e veja que ela é má rés.
-Nem tu acreditas no que estás a
dizer.
-Acredito sim!
-Isso não poderia ser possível.
Ele só vai ver que ela é uma cabra depois de ela o tentar roubar. Mas não o
culpo se ele me trocar por ela...
-Não digas isso, Jennifer! Isso
não vai acontecer! – Ele limpou-me as lágrimas da face com uma ponta da
camisola. – Não chores... Odeio ver-te chorar. Pronto, acho que sei algo que te
pode acalmar.
Ele limpou a garganta e começou a
cantar. Cantou a Safe & Sound, acho que para dizer que eu iria ficar bem e
não tinha que me preocupar com nada.
Uns 20 minutos depois, o Niall
entrou em casa. Ele parecia triste e entusiasmado ao mesmo tempo.
-Posso falar contigo? A sós...? –
Perguntou ele, calma e timidamente.
-Eu não quero ouvir o que tens a
dizer. Diz ao Harry e ele diz-me ou escreve num papel. Não sei! Mas, não
consigo ouvir o que...vais dizer. – O esforço do Harry para me fazer parar de
chorar não valeu a pena pois assim que o Niall falou, as lágrimas voltaram a
escorrer-me pela face.
-Por favor não chores! Mata-me
ver-te chorar! – Ele ajoelhou-se à minha frente. – Eu sei que sou um idiota por
te fazer isto, mas algo me puxa contra ela a que eu não consigo resistir.
-Eu não te culpo Niall... Quando
começamos a namorar eu disse-te o que achava dela, mas tu não ligaste. – Limpei
as lágrimas e tentei ficar calma – Eu confiei em ti... Mas talvez não o devia
ter feito.
Uma pequena lágrima caiu dos
olhos dele para as calças.
-Eu espero que um dia me... – Ele
ia continuar a falar mas o Harry interrompeu-o.
-Se quisesses mesmo que ela te
perdoasse, primeiro não farias nada que a magoasse tanto. – Ele levantou-se e
deu-me a mão para eu me levantar também. – Já ouvi que chegue. Sê muito feliz
com a outra rapariga, mas espero que saibas o que fizeste aqui: partiste o
coração de uma das melhores raparigas que alguma vez vais conhecer.
Dito isto, ambos nos aproxima-mos
da porta.
-Depois alguém irá vir buscar as
coisas dela. – Frase terminal do Harry. Abriu a porta, e ambos saímos.
Demasiada emoção para o primeiro
capítulo? Não sei, mas tinha que acelerar as coisas... E então, então! Que acharam
deste primeiro capítulo? Comentem por favor! Quero mesmo saber a vossa opinião!
terça-feira, 2 de julho de 2013
Nooovaaaa FanFic!!
Sim! Venho apresentar uma nova FanFic!
Tenho aqui uma grande ideia, que me parece muito boa!
Vai ser muito diferente da outra, vai ser só centerada num deles, e vai ter MUITO mais drama e mistério!! Esta FanFic promete, aviso-vos já!
Amanha, ou depois de amanhã já aqui estará!
Tenho aqui uma grande ideia, que me parece muito boa!
Vai ser muito diferente da outra, vai ser só centerada num deles, e vai ter MUITO mais drama e mistério!! Esta FanFic promete, aviso-vos já!
Amanha, ou depois de amanhã já aqui estará!
Fiquem atentas!!!
Olá, olá!
Olá, olá!! Agr que os exames acabaram, e pelo que me parece a minha melhor amiga vai-me abandonar por isso não vou ter nd que fazer nos próximos dias...posso começar outra Fic!! Vocês votaram que queriam, e ganhou que devia ser uma Fic centrada num deles! E já tenho uma ideia!
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